Sexo e a Cidade Sexo e a Cidade
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Sexo e a Cidade


Email-me: suzanamandrade@gmail.com


| Quinta-feira, Dezembro 14, 2006

Ora pois, muito bem.
Eu não ia dar o endereço do novo blog, enquanto não estivesse com a casa arrumada.
Por enquanto, Estou transferindo os textos antigos, desde a primeira versão do blig, e editando algumas coisas.Não tenho template, nem o nome é definitivo. Não consegui o domínio Sexo e a Cidade, porque já pertencia a alguém. Então, o nome de domínio não significa muita coisa, foi o primeiro que me veio à cabeça.
Decidi conservar a data original nos textos que vou transferindo. Achei interessante, me serviu de referência. Sem contar que aquela Suzana, dos primeirios textos, já não é mais a mesma. Amadureceu, se tornou mais "acessível", segundo o Carioca. Ele foi o primeiro a notar essa mudança. E só lendo os textos antigos foi que me dei conta disso. Mudei. Mas pra melhor!
O endereço é http://temdeumtudo.blogspot.com
Está em construção, mas os comentários funcionam, e o arquivo tá ficando guardado direitinho.
Vocês podem visitar, opinar, rir dos textos antigos (ou chorar), e assim vão me ajudando a construir a nova casa.
Beijo da Su

postado por: Suzana 8:45 PM


| Quinta-feira, Novembro 30, 2006

Psicopostado pelo Espírito de Emmanuel, o Iluminado

postado por: Suzana 11:13 AM


| Quarta-feira, Novembro 15, 2006

Auto-plágio

O que é meu, é meu
Não tem jeito, está feito
É só a mim que você dá
Ninguém mais tem
Nem nunca terá.

postado por: Suzana 11:42 PM


| Quinta-feira, Novembro 09, 2006

Deus inventou os peitos.
E o diabo inventou o sutiã.

postado por: Suzana 2:35 PM


| Sábado, Outubro 21, 2006

Queridos,
Estou escrevendo em caráter extraordinário pra dizer que fui sequestrada.
Guto Leite me trancafiou no quarto, está me mantendo em cárcere privado, num regime de pão, água e sexo.
Ainda estou em dúvida se peço socorro ou se fico mais um pouco. Mas em todo caso, aproveitei um descuido dele, que foi tomar banho e deixou a chave do quarto no bolso da roupa, pra dar um sinal de vida. As fotos eu não poderei colocar. São muito íntimas, se é que vocês me entendem. Ou será que eu deveria colocar? Hum?
Xi, Guto tá saindo do banho!

postado por: Suzana 7:38 PM


| Segunda-feira, Setembro 11, 2006

De uns tempos pra cá, ele deu de me bater.
Não, não liguem pra delegacia da mulher. Nem pensem que é um daqueles depoimentos de mulher sofrida pra encerramento de novela.
Estou dizendo que ele me bate, me dá tapas. Tapas na bunda, na cara. Me bate, me chama de cachorra, de puta. Diz que eu sou a puta dele. Nada mais justo, já que ele também é meu puto.
E antes que vocês pensem que eu vou adentrar no âmbito psico-sociológico da coisa ou analisar a minha necessidade freudiana de me subjugar, de apanhar ou o raio que o parta, eu tenho algumas coisas a dizer.
A primeira: Foda-se o Freud.
E depois, me dá um tesão do caralho. Sem trocadilhos. Eu gosto quando ele me bate, eu me molho toda, fico com muito, muito tesão. É. Isso mesmo. E não me venham com tapinhas delicados, carinhosos, aqueles que são só uma carícia. Porra, isso é coisa de mulherzinha.
Ele me pega de jeito, enche a mão com a minha bunda, deixa a marca dos dedos. Isso sim, é tapa.Não é espancamento. É algo puramente sexual.
A essa hora, as feministas devem estar revirando suas pochetes, buscando alguma explicação psiquiátrica pras minhas afirmações. Fodam-se elas também. Aliás, é disso que elas precisam. De serem fodidas, até ficarem esfoladas e com hematomas.
E o pessoal do Castelo da Luxúria, em seus tempos áureos, já estariam se assanhando, querendo organizar um ritual de boas-vindas pra mim... não, eu aviso, não chega a tanto.
Isso tem mais a ver com o tesão, com a paixão. Com a vontade de exprimir uma confiança, uma cumplicidade difícil de acontecer.
Isso tem a ver com aqueles momentos onde ele me pega no chuveiro, agarra meu quadril e me vira de costas. Começa a me penetrar. Eu tento ajudar e ele tira minhas mãos e me diz em tom autoritário "Tira a mão, sou eu que vou por".
E depois que põe, começa a mexer e me dar tapas na cara.
Tem a ver com aqueles momentos em que ele me empurra pra que eu fique de joelhos e enfia o pau na minha boca, me segurando pelo cabelo como se eu fosse uma boneca inflável. E goza na minha boca, eu com o linguão de fora no melhor estilo pornô americano.
Tem a ver com aquele momento em que ele me come a rabeta, sem gel pra lubrificar... e quando empurra o pau com mais força, me beija o ombro e fala baixinho no meu ouvido: "chora, minha puta...."
Tem a ver com um monte de coisas que eu não vou saber explicar. E que você, caro leitor, se não entendeu, desista de tentar. Por outro lado, se você entendeu, sabe perfeitamente do que estou falando.

postado por: Suzana 8:47 PM


| Terça-feira, Setembro 05, 2006

E pior que isso, só mesmo as coisas em que pensei pra ilustrar esse texto...

postado por: Suzana 10:36 PM


| Segunda-feira, Setembro 04, 2006

Vocês que me acompanham nesses anos todos sabem que eu não costumo discutir, não falo ou escrevo sobre, e detesto política. Sim, existem algumas poucas referências á política em meu blog, mais a título de curiosidade e casualidade.
E eis que estou a caminho do trabalho hoje e me deparo com um carro oficial, em cuja placa se lia: "Ministro de Estado do Controle e da Transparência" (????).....
Estou rindo até agora tentando imaginar o que viria a ser esse ministério....

postado por: Suzana 11:49 AM


| Terça-feira, Julho 04, 2006


Conjecturas a respeito de quase nada

Ultimamente, sempre que quero ler algo bom, vou ao blog de Dalila Flag.
Aliás, amiga, já percebeu uma coisa? Juntando nossos nomes (Suzana + Flag), obtemos o nome de ninguém menos que o codinome usado por Nelson Rodrigues.... é no mínimo intrigante.
Intrigante porque o Nelson sempre me fez pensar na transitoriedade da vida e dos sentimentos, me fez ver de uma maneira diferente, mais real e crua, aquilo que os outros costumam ver com tanta dramatização, tantos floreios... essa maneira cruel de ver fatos simples da vida, que sempre me perseguiu e me fazia pensar que havia algo errado comigo. E no entanto, um homem precisou se vestir com um nome de mulher pra exprimir tais sentimentos, tal ponto de vista..... não te parece curioso? Me fez pensar de novo.... nas coincidências e nos acasos da vida. Sigamos em frente, amiga Dalila. Me dê mais um gole.

postado por: Suzana 8:23 AM


| Domingo, Junho 18, 2006

Celular novo com câmera, mp3 e bluetooth: 600 reais
Plano básico para quem fala pouco: 40 reais
Gastar os 40 reais falando com Guto Leite: Não tem preço.

postado por: Suzana 10:43 PM


| Segunda-feira, Maio 15, 2006

O que é seu, é seu
Não tem jeito, está feito
É só a você que dou
Ninguém mais tem
Nem nunca terá.

postado por: Suzana 12:06 PM


| Terça-feira, Abril 25, 2006

Gotas de fashionismo

Prometi a mim mesma parar de comprar roupas e acessórios cor de rosa.
E ontem me peguei comprando não uma, mas duas blusas rosa-bebê. Não tenho culpa. A de cor beige era morta, não ressaltava a cor de minha pele. A roxa era cor de defunto. Foi a rosa mesmo.
Até o ovo de páscoa que eu escolhi foi o Sonho de Valsa, com embalagem rosérrima!!! A segunda opção era o ovo da Ferrero Rocher. Ou seja: sai a Barbie, entra a drag goldie-blond.... o que fazer?

postado por: Suzana 3:21 PM


| Quinta-feira, Abril 20, 2006

Eu amo os chineses!!!!
Inventaram a camisinha líquida!!!
Já pensou se isso pega?
E os homens, então, que sempre reclamam da camisinha tradicional, que diminui a sensibilidade no pênis....
Eu amo os chineses!

postado por: Suzana 1:52 PM


| Segunda-feira, Fevereiro 27, 2006



Eu quero

Beijo na boca
Pipoca no cinema
Abraço no parque
Corrida de bicicleta
Mais beijo na boca
Cafuné Risadas sem fim
Cócegas Mordidas
Lábios nos cílios
Boca na boca
Boca no pescoço
Mão na mão
Piada repetida
Lambida
Beijo de língua
Sussuros no ouvido
Pegada forte
Suspiros sem fim
Olhos fechados
Beijo na boca again

postado por: Suzana 12:24 PM


| Quarta-feira, Fevereiro 01, 2006

O homem que gargalhava

Ele tinha mãos impossíveis, que faziam misérias percorrendo o meu corpo.
Se deixou massagear mansamente. Percorri aquele corpo liso e torneado com as mãos e com a boca. Ele passeou aqueles dedos endiabrados pelo meu sexo.
Eu, de bruços, com as pernas abertas, a bunda empinada sem reservas. Se havia ainda alguma reserva, ela se foi naquele momento. Tocou a dobra dos meus joelhos com ar displicente. Minha pele fervilhando.
Perguntou dos meus feitos, se já havia estado com várias pessoas numa cama.
-Só com dois homens, respondi. Se deu por satisfeito.
Se levantou, colocando o pau na minha cara. Eu de joelhos, o reverenciei com minha boca.
Curtia Zeca Baleiro e isso me faz lembrar dele a cada hora que ouço uma música.
Me fez chupá-lo de quatro, enquanto ele ajoelhado, contemplava a cena pelo espelho.
Na hora de me penetrar, ficou me provocando, colocando só a cabeça, me fazendo implorar.
E eu pedia mais.
E fizemos um sexo que só velhos amantes sabem fazer. Com doçura, com gula, fome e sede de sexo.
Me penetrou de frente, de lado, por trás.... me fez gozar depressa e depois devagar.
E quando gozou, ficou rindo. Tem mania de rir depois que goza. E eu ri com ele.
E depois ele se foi.

postado por: Suzana 1:04 PM


| Sexta-feira, Janeiro 06, 2006

Todos vocês já conhecem meu marido Guto.
Este homem maravilhoso com quem me casei, apadrinhada pelo nosso grande amigo Pensando. Amigo mesmo, daqueles que podem ser encontrados pelados na minha cama sem causar nenhum transtorno (!)
Pois bem. Guto Leite, esse profundo conhecedor da alma feminina, este espetáculo de homem, não se deu por feliz e arranjou um trabalho extra, pra ganhar mais algum dinheiro e satisfazer assim todos os meus caprichos. Ele agora é caminhoneiro nas horas vagas. É claro que fico triste, pois assim sobra menos tempo pra mim. Eu fico aqui aflita, esperando aquele caminhão voltar todos os dias, de faróis baixos e pára-choque duro.... mas os regalos que Guto me traz valem a pena. E assim passamos nossas horas de vadiagem na cama, entre flores, jóias, chocolates, perfumes, lingeries sensuais....
Mas acho que Guto anda meio cansado. Tem se mostrado esquecido, desligado, cochilando em qualquer canto. Coitado, deve estar trabalhando demais. Nem cuida mais das pequenas tarefas do lar. Pedi a ele que consertasse o varal, ele disse "já vou". E quando cheguei na sala, ele dormia em frente à tv.... tadinho do meu Guto. Resolvi não incomodá-lo e improvisar um lugar pra pendurar as roupas.
Depois eu chamaria o compadre Pensando pra dar uma olhada no varal quebrado.
Mas Guto, meu bem, você poderia ao menos ficar mais atento na hora de sair de casa. Não presta atenção no próprio caminhão.
Bom, ainda bem que anda calor esses dias. Assim eu nem me importo de ficar com as partes mais ventiladas no corpo. O jeito agora é esperar que você volte logo do trabalho, e que não ande muito pela cidade exibindo meus pertences.... enquanto isso eu te espero aqui, ajudando o compadre Pensando a consertar o varal. Só não entendo porque ele insiste tanto pra que eu suba na escadinha pra testar o varal, enquanto ele fica embaixo segurando a escada....

postado por: Suzana 8:10 AM


| Segunda-feira, Janeiro 02, 2006

Mas que droga. Será que foi por isso que meu presente de Natal não chegou?

postado por: Suzana 8:13 AM


| Terça-feira, Dezembro 13, 2005

Uma pausa, senhoras e senhores. Esse beijo é pro Carioca, que renasceu das cinzas e veio visitar nossa casa. Sinto sua falta, Caricashhhhh......

postado por: Suzana 9:56 AM


| Quarta-feira, Novembro 30, 2005

Post extraordinário para avisar aos navegantes o novo nome do meu blog:
http://www.sexoeacidade.blogger.com.br

Isso mesmo. O 2 sumiu, assumi um domínio que era pra ser meu desde o início, mas que alguém havia se apropriado indevidamente. Depois esse alguém fechou o buteco, por provável falta de assunto. Então me apropriei do local e abri minha nova casa de tolerância. Abanquem-se e fiquem à vontade.

postado por: Suzana 12:34 PM


| Quarta-feira, Novembro 23, 2005



Você tem um amigo gay?
Se não tem, não sabe o que está perdendo.
O amigo gay substitui com vantagens uma porção de outros amigos que você possa vir a ter.
Ele pode até cobiçar os seus homens, mas não representará perigo pra você. Quer dizer, isso se os seus homens forem realmente heterossexuais!
Só um amigo gay te abraça e te beija sem terceiras intenções.
Te consola quando você está triste, e te conta a história de Cinderela inteirinha, fazendo as vozes de todos os personagens, tal qual aqueles disquinhos coloridos da nossa infância.
Só um amigo gay pode dizer que você está gorda sem te ofender, ou dizer que você está magra sem que seja só pra te agradar.
Um amigo gay chora com você, por motivos que jamais fariam um homem chorar.
E te faz rir como ninguém.
Uma pequena homenagem a todos os meus amigos gays.

postado por: Suzana 9:09 AM


| Terça-feira, Novembro 22, 2005

"Vem....
que eu sei que você tem vontade
que eu sei que você tem saudade de nós...."


postado por: Suzana 9:10 AM


| Segunda-feira, Novembro 14, 2005

Cheia de desejo.........................................................

postado por: Suzana 9:09 AM


| Quinta-feira, Novembro 10, 2005

Surpresinhas que só a Internet pode nos proporcionar

Guto, Pensando e demais envolvidos
Dêem uma olhada nesse blog:

http://www.galeradomau.nossoblog.com.br/

Agora me digam: é um plagiador descarado ou um divulgador voluntário?
Vai entender.... ainda divulga a fonte!
De qualquer maneira, agradeço a divulgação.

postado por: Suzana 10:25 AM


| Quinta-feira, Outubro 20, 2005

Essa noite sonhei com você. Não me lembro de nada, mas tenho absoluta certeza de que você estava nos meus sonhos, pois acordei com você impregnado em mim. E pensei que o sonho é traiçoeiro, revela a verdade que eu quero negar.

postado por: Suzana 9:21 AM


| Terça-feira, Outubro 11, 2005

Vou mandando pedaços de mim. Porque sou uma pessoa econômica. Aliás, me ajude a economizar e deposite no meu cofrinho!

postado por: Suzana 8:15 PM


| Sexta-feira, Setembro 23, 2005

Uma das certezas que o homem tem: de que a esponja de banho se livra sozinha de todos os cabelos. Hunf.



postado por: Suzana 11:42 AM


| Quinta-feira, Setembro 15, 2005

Todo mundo faz coisas às vezes que não costuma fazer. Eu também. E geralmente não espero nada dessas ações.
Eu já havia comentado aqui que uma vez me cadastrei num site de encontros. Fiquei de contar a história mas nunca contei, porque não atendeu minhas expectativas e eu cancelei o cadastro. Troquei email com dois ou três homens, quase que só me renderam histórias pra rir.
Mas como a vida adora surpreender, vejam o belo presente que ganhei do Fernando. Dados os créditos, ele me autorizou a publicar o texto com talvez algumas omissões, mas sem nenhuma alteração. As partes omissas não mudarão o conteúdo do texto. Enjoy it.


Conheci Suzana pela Internet. Num site de encontros. Segundo ela me disse, numa janela de oportunidade bem estreita, pois ela se cadastrara por curiosidade e lá permanecera por poucos dias.

Começamos a trocar e-mails e logo estávamos conversando ao telefone. Adorei seu tom de voz sereno, auto-confiante e ao mesmo tempo simples, humilde, de quem não precisa tentar passar uma imagem de deusa do sexo, como a maioria das mulheres que conheço pela Internet faz. Fiquei impressionado com sua extrema simplicidade e naturalidade em falar de sexo comigo, sem mesmo ter me visto. E pela capacidade de falar sobre outros assuntos, como se nos conhecêssemos há tempos.

Ela me indicou seu blog. Nesse seu diário na Internet ela relata suas fantasias, experiências e opiniões sobre sexo e sobre outros assuntos íntimos. Fiquei admirado com a qualidade dos seus textos e pela fluência que suas idéias escorriam pelos seus artigos. Fiquei particularmente entusiasmado com uma das várias imagens eróticas que pontuavam seus artigos: uma moça com um pênis na boca, com um rosto angelical de menina gulosa, um boquete dos bons... Então imaginei que ela tivesse um prazer especial em chupar seus homens, e essa idéia despertou em mim uma certeza de que ela iria em breve saborear meu corpo também.

Depois de muitas conversas telefônicas por algumas semanas, marcamos um encontro para depois do expediente. Marcamos na rua, (...........................). É um lugar relativamente seguro de se ficar dentro do carro à noite. Parei meu carro (.................), majestosamente iluminado sobre o céu escuro (.........). Ela demorou pra chegar, deixando minha excitação no máximo.

Depois de um tempo ela estacionou atrás de mim. Saímos e nos encontramos sobre o meio-fio. Ela me pareceu mais bonita de perto, mais alta, os olhos extremamente sedutores. Seu rosto é de menina, seu sorriso é um tanto infantil, mas aqueles olhos... Olhos eróticos, de mulher safada e segura de si.

Entramos no meu carro. Conversamos um pouco, deixando a ansiedade aos poucos ir diminuindo. Zeca Baleiro tocava seus maiores sucessos no CD e nós conversávamos sobre... Não lembro. Lembro dos olhos dela, de garota que gosta de sexo. Suzana é daquele tipo de mulher que se revela pelo olhar, impossível ser agarrado pelo seus olhos e não ter uma ereção instantânea.

Então me aproximei dela, meio sem jeito, e a beijei. Ela retribuiu também meio sem jeito, mas continuamos, num acordo tácito de que não havia pressa nem necessidade de nos explorarmos avidamente como dois adolescentes. Ficamos um bom tempo nos curtindo assim, com serenidade, beijos, Zeca Baleiro e toques carinhosos.

Em determinado momento Suzana desabotoou minha camisa e passou a mão em meu peito, num carinho extremamente feminino mas que, infelizmente, a grande maioria das mulheres não faz espontâneamente. Suzana é decidida, docemente sem-vergonha, mulher que não espera pela iniciativa do homem, e isso me agrada muitíssimo. Acariciou meu peito com aquela mão de moça de propaganda de desodorante masculino, sua palma deslizando calma e sedutoramente por dentro da minha camisa. E me olhava, como um felino que estuda sua presa...

Eu apenas afastei meu banco para trás, abrindo caminho para ela. Ela se debruçou de lado sobre minhas coxas, como se estivesse deitada num divã. Então desabotou minha calça, abaixou minha cueca e tomou meu pau em suas mãos, como se fosse um pássaro delicado. E não deixava de me olhar, com um leve sorriso nos lábios, sorriso de menina que testa a reação dos adultos diante da perspectiva de alguma traquinagem.

Me masturbou um pouco, sempre com calma, e olhava para meu pau e minhas bolas, sem apagar dos lábios o sorriso maroto. Aquilo me deixava excitadíssimo, nunca uma mulher havia tomado a iniciativa de pegar no meu corpo com tanta naturalidade. As mulheres, em geral, tentam disfarçar sua safadeza pegando no meu pau enquanto beijam minha boca, numa tentativa boba de não separar uma coisa da outra. ¿Estou pegando no seu pau porque seu beijo me conquistou¿, era o que elas pareciam querer me dizer. Mas não Suzana. Ela desabotou minha roupa sem se esconder atrás de um beijo, sem esperar por pedidos ou insinuações, e isso foi novidade pra mim.

Eu estava de olhos fechados quando senti a maciez da sua boca sobre minha glande. Suzana é uma exímia chupadora, sabe fazer um boquete maravilhoso, calmo, sereno e pornográfico como ela própria. Os primeiros boquetes que costumo receber de uma nova conquista geralmente são nervosos, rápidos, escondidos atrás de cabelos longos propositadamente jogados por cima do rosto delas, escondendo a cena. Mas o boquete de Suzana não. Ela é daquele tipo de fêmea que gosta de chupar e olhar a reação do seu macho, de ver seus olhos se revirando de tesão por causa dela. As mulheres têm muito o que aprender com Suzana.

A cena de Suzana recostada sobre minhas coxas, chupando meu pau com um olhar de criança levada, com (.................) iluminado em todo o seu esplendor por trás de sua cabeça é uma das mais belas combinações de sacanagem e paisagem artística que já presenciei. Ainda sinto a maciez da sua boca sobre meu pau neste exato momento em que escrevo.

Em pouco tempo me derramei em sua boca. Ela recebeu meu leite passivamente, como uma gueixa submissa faria com seu senhor. Depois se deitou sobre mim carinhosamente, gatinha manhosa se enroscando em seu dono.

Depois nos despedimos de maneira simples, como dois amigos que estavam num barzinho tomando umas cervejas. Mas fui pra casa sentindo suas mãos sobre meu peito, sua boca em meu pênis e seu olhar sedutor sobre minha alma. Tive a certeza de que iria devorá-la em breve.

postado por: Suzana 6:51 PM


| Quinta-feira, Setembro 01, 2005

A primeira transa



Estou chegando à conclusão de que tenho algum karma a cumprir com as primeiras vezes em minha vida. Tudo que acontece pela primeira vez em minha vida é catastrófico.
O primeiro beijo foi um desastre. E eu criei horror à criatura que beijei, como se ele tivesse virado um sapo, coitado.
Acho que meus amores eram sempre platônicos. E quando eles se tornavam reais, eu ficava apavorada. Sim, porque sempre fui dada a amores platônicos. Desde muito pequena, me apaixonava por todos os namorados de minhas irmãs. Namorei todos eles, dos 3 aos 10 anos de idade. É claro que eles não sabiam. Mas eu aproveitava cada segundo que ganhava de colo, mimos e carinhos deles. Foi meu primeiro contato com homens que não eram meu pai nem meus irmãos. Precoce, eu? Imaginem. Sou filha temporã, convivi sempre com adultos. Não me culpem.
Passada essa fase, caí direto do mundo platônico para o mundo de Tristão e Isolda. E aprendi com minhas irmãs românticas que o amor era sofriiiiido.....
O engraçado é que não me lembro do segundo beijo. Depois do incidente na escola, eu não sei quem foi o segundo. Se um outro menino que conheci lá, mais tarde, ou se aquele da minha rua (é claro, não podia faltar o amigo do irmão). De qualquer forma, continuei fugindo dos meninos e ainda demorou uns 3 ou 4 meninos pra eu saber que beijo na boca era algo muito bom. Aos doze anos, namorei um primo de uma amiguinha de colégio... que tinha 18! E é claro que ele queria me comer. Mas eu era uma criança. Brincava de boneca quando não estava namorando ou estudando. As mulheres que moram em mim ainda não tinham despertado, hahahah....
E daí pra primeira transa... passaram-se muitos anos. E como não podia ser diferente, foi muito confuso.
Eu tinha um namorado que era da minha sala no colégio. Éramos da mesma idade e portanto, verdinhos em tudo. A gente se beijava, se amassava, mas não passava disso. E não era por resistência minha. Ele é que não se manifestava mesmo. Tìnhamos 16 anos. Até que um dia, rolou. Ou quase. Eu fiquei tão amortecida com o fato, que não conseguia sentir nada entrando. Eu acho que ele não conseguiu ereção suficiente pra me penetrar. Foi muito atrapalhado, e depois disso demoramos muitos meses pra tentar de novo. Nesse meio tempo, as coisas foram acontecendo... e eu percebi que o menino era dado ao uso de substâncias ilegais. E que quando usava tais substâncias, mudava de time. Em outras palavras, se cu de bêbado não tem dono, cu de drogado tem menos ainda. Fui vendo todas essas coisas acontecerem até chegar o dia em que ele chorou no meu ombro. De amores. Pelo nosso melhor amigo. Muito embora ele se achasse O pegador, quando estava sóbrio.
Esse namoro terminou sem passar de duas tentativas sexuais.
Daí veio outro namoro. Ele era moreno, forte, gostoso. E tarado. Ele me masturbava com os dedos, me fazia gozar... eu não sabia direito o que fazer com ele. Até que chegou o grande dia. Voltávamos de um casamento. Eu de vestido-de-sereia-azul-petróleo. Ele de jaqueta emprestada. Parou o carro no acostamento. A inauguração foi ali mesmo, sem nada de muito especial, contrariando todas as expectativas das meninas que sonham que dar é um momento mágico. E o pior ainda está por vir: quando ele me penetrou, olhos nos meus olhos e perguntou: "Eu sou o primeiro, amor?". Eu, lógico, não esperava uma pergunta dessas. E me pus a pensar se aquela outra primeira vez tinha sido válida, tecnicamente falando... demorei pra responder, e ele disse "tá, deixa pra lá". Não sei se ele entendeu o meu silêncio como um sim ou um não. Deve ser por isso que até hoje eu choro em inaugurações, mesmo que seja de supermercado. Devo me lembrar da minha própria inauguração.
E esse foi o início da minha vida sexual. Claro que depois melhorou, e eu aprendi muita coisa com esse namorado, que era bem mais safo que o anterior, apesar de ser assim um troglodita, um filhote de Neandhertal. Devo muito do que aprendi a ele. Sem contar que ele me sacaneou muito, e eu aprendi a melhorar minha auto-estima com isso. Mas isso já é história pra um outro post.

postado por: Suzana 8:49 AM


| Terça-feira, Junho 28, 2005

O epicentro do mundo
Está no meio das minhas pernas
E estremece quando sente
Você se aproximar.

postado por: Suzana 12:00 PM


| Quinta-feira, Junho 16, 2005



Não sou mais virgem

Ou melhor, meu msn não é mais virgem.
Hoje conversei com um leitor do blog. Mas não sei o nome dele. Pena que a campainha tocou e eu tive que atender. Mas depois também conversei com outro leitor, que eu convidei pra vir até aqui e ele aceitou o convite.
Então, obrigada aos dois homens com quem estive essa noite, o sem nome e o MM. Por causa de vocês perdi a virgindade!
Mas o motivo desse título é mais amplo. Eu quis escrever sobre o meu primeiro beijo.
Perguntei a opinião do leitor sem nome, ele disse que seria legal, afinal é mês dos namorados, etc., e um pouco de romantismo não faz mal a ninguém. Então tá.
Eu tinha onze anos, fazia a quinta série. Tinha um menino da sétima, que ficava me olhando de longe. E eu ficava encabulada, lógico. Afinal, só tinha onze anos, lembrem-se disso. Ele começou a mandar recadinhos pelas meninas da sala dele, que eram beeeem maiores do que eu. E eu ficando encabulaaaaada.....
E ele parecia (pasmem!) com o Kadu Moliterno! Nos seus tempos áureos, é lógico! Moreno, cabelo louro cacheado, olhos azuis! Era uma xerox reduzida do Kadu Moliterno. E ainda tinha o nome do meu pai! Seria um karma?
Até que ele mandou recado pelas meninas, perguntando se eu queria namorar com ele. Assim, na lata. E eu, na lata, respondi que ia conversar com ele depois da aula, naquele balanço comprido onde dá pra sentar um monte de gente. Minha esperança era que ficasse mesmo cheio de meninos, como sempre ficava, depois da aula, esperando pai ou mãe.
Então tá. Terminou a aula.
Lá vou eu pro parquinho, coração saindo pela boca.
Chego no parquinho. Só o menino esperando no balanço. Mais ninguém. Queria sair correndo, mas as pernas não obedeciam. Encostei na parede, fui descendo devagarinho até sentar no chão. Não, não era nenhuma cena, era fraqueza nas pernas mesmo.
-Oi!
-Oi.
-Chega aí.
Levantei e fui.
-E aí, recebeu o recado?
-Recebi.
-Como é que é, não vai sair nenhum beijinho?
Sorri amarelo e fui beijá-lo. Caralho, e agora? Eu tinha treinado na laranja, mas quem disse que eu conseguia pensar em alguma coisa?
*boca com boca*
Meus deuses, então é só isso? Eu abro a boca, ele abre a boca? E a língua dele fica no meio? Mas ele tapou a boca com a língua, não consigo entrar! Será que é assim mesmo? Laranja não tem língua, jisuis cristinho!!!! A laranja deixa a minha lingua entrar! Ele não! E agora? Por via das dúvidas me afastei. Pra respirar também, porque tinha me esquecido dessa parte durante o pseudo-beijo.
E agora?
-Tenho que ir
-Amanhã você vem?
-Pra aula? Venho, ué!
-Não, pra cá depois da aula!
-Ah... vou ver. Se eu não tiver 5 aulas, eu venho.
-Então tchau.
-Tchau.
Nunca mais voltei. Não estava pronta.
Primeiro beijo é um uó.

postado por: Suzana 11:14 PM


| Quinta-feira, Junho 09, 2005

O DIA DOS NAMORADOS TÁ CHEGANDO!!

E cadê o meu? Até num site de encontros eu me cadastrei, mas essa é uma história à parte. Parece piada. Onde estão os homens bonitos? Porque será que eles preferem a companhia de outros homens bonitos?
Ontem, estava eu aguardando o início de um espetáculo no hall de um teatro. Me sentei no bar e comecei a observar em volta. Mulheres sozinhas ou acompanhadas de outras mulheres. Homens velhos, com família. Homens feios, sozinhos ou com família. Um casal de homens na mesa ao meu lado. Um homem bonito. E sozinho. Esperando.... outro homem!
Alguém pode me explicar o que está acontecendo? Alguém pode me dar o endereço do meu planeta de origem, pra eu voltar pra lá?
Onde estão aqueles homens que nos apaixonam?
Eu continuo apaixonada. Pela vida, por pessoas, pelo amante. Tenho pressa de viver. Tenho pressa de me apaixonar.

postado por: Suzana 9:04 AM


| Domingo, Maio 22, 2005

Meu anjo,
Pudera eu fazer alguma coisa pra nunca mais te ver sofrer.

postado por: Suzana 7:48 PM


| Sábado, Maio 21, 2005

Dificuldades de comunicação
Queridos e queridas,
não gosto de msn. Raramente acesso. Mas diante de tantas falhas de comunicação, fiz um novo pra quem quiser falar comigo. E já vou adiantando que se não conseguirem, deixem uma mensagem no endereço do yahoo ou nesse do msn mesmo:
suzanamandrade2222@hotmail.com
Please, me adicionem porque eu não tenho o endereço de ninguém.

postado por: Suzana 2:59 AM


| Sexta-feira, Maio 20, 2005

Dez Coisas que nunca fiz e tenho vontade de fazer:

1) Aprender a nadar
2) Dançar naqueles tapetes que tem nas lojas de jogos eletrônicos
3) Fazer fotos nua
4) Transar numa piscina de bolinhas
5) Acordar sendo chupada (uhuuu!)
6) Beijar dois homens ao mesmo tempo
7) Usar perucas coloridas
8) Ficar nua em local público
9) Abrir a porta nua para um homem
10) Viajar num cruzeiro pelo Caribe

postado por: Suzana 2:46 PM


| Segunda-feira, Maio 16, 2005


Eu abro a porta e percorro com os olhos seu corpo. Minha memória olfativa já evoca teu cheiro, em cada parte mais escondida, minha língua já explora mentalmente lugares inconfessáveis.
Te pego pela mão, te faço entrar. Há uma tentativa de cumprimento formal, procuramos nos beijar no rosto, nossas bocas se roçam. Procuramos nos tocar, nossos corpos se esbarram afobadamente.
Sentamos no sofá, escondo meus pés descalços. Você ri. Acaricia meu rosto, pega minha nuca, agarra e puxa meus cabelos, me olhando nos olhos.
Seus olhos descem pelo meu corpo e surpreendem meus mamilos eriçados.
-O que você tá pensando.? (Pergunta típica de mulher, mas é você quem pergunta)
-Nada (Impossível construir frases com esse atropelo de pensamentos).
Me deito no seu colo. Sua mão entra por baixo da minha blusa. Passo a mão no cabelo, deixo a mão escorregar de propósito pela sua barriga.
Encontro o cós da sua calça, procuro o botão, tento abrir. Você segura meu braço, mas eu insisto e você deixa. Minha mão vai entrando em sua calça.
Sinto sua pele arrepiada.
Minha mão encontra seu pau. Duro. Pulsando.
Você me levanta, arranca minha blusa, morde meus seios. Passa os dentes nos mamilos, suga com força, me aperta de frente pra você, sentado no sofá. Suas mãos entram pela minha calça, que eu tento arrancar rápido. Quando finalmente consigo, seus dedos já estão dentro de mim. Fundo. Dois dedos dentro, o polegar esfregando meu grelo. Você sabe que assim eu me entrego.
Me seguro pra não gozar. Desço do seu colo, tiro sua calça e coloco seu pau na boca. Lambendo a cabeça, percorrendo ele todo, pra que entre todo em minha boca, do jeito que você gosta. Porque eu gosto de ouvir o seu gemido quando eu faço isso.
Eu fecho os olhos e tudo gira. Seu pau na minha boca, seus gemidos. Você se levanta, me põe sentada e põe de novo o pau na minha boca, segurando minha cabeça. Forçando o pau na minha garganta, eu quase engasgo. E engasgo de verdade quando você goza na minha boca. Mas não quero perder nenhuma gota. Gosto de mel.
Você se senta no sofá, eu continuo lambendo seu pau, sentindo seu gosto. Você se arrepia e sorri de olhos fechados.
Me sento no seu colo, com as pernas abertas de frente pra você. Aliso meu grelo, desço até minha bucetinha encharcada. Mal posso tocar meu grelo porque estou a ponto de gozar. Abro com as mãos, te deixo olhar. Estou pulsando. E seu pau começa a pulsar no mesmo ritmo, endurecendo de novo.
Você me deita no sofá, arreganha minhas pernas, me passa a língua de uma vez, subindo da buceta até o grelo, me causando um espasmo. Você volta a repetir essa maldade e olha pra minha cara. Eu quase não consigo me segurar. Então você cai de boca, me sugando os lábios, passando a lingua pelo meu grelo, ora tocando com a ponta da língua, ora fingindo que ele é uma chupeta.
Perco o controle. Não sei quantas vezes gozo, e não consigo tirar sua cabeça do meio das minhas pernas.
Quando finalmente você pára e eu penso que a sala vai parar de girar, você empurra com tudo seu pau pra dentro de mim. Outra sensação de vertigem e um formigamento me sobe pelo corpo enquanto você entra e sai gostoso.
Fazia tanto tempo. E eu me guardei pra você. Está tudo do jeito que você deixou.
Você se senta novamente, eu sento em cima de você. Sem me mexer. Apenas apertando seu pau dentro de mim.
Começo a cavalgar, esfregando meu grelo na sua pélvis.
Me apóio nas pernas e fico agachada, subindo e descendo, porque sei que você gosta assim.
Viro de costas pra você, sem tirar o pau de dentro. Você abre minhas pernas e começa a esfregar meu grelo novamente. Sentindo seu pau atochado em mim, seus dedos em meu grelo, sem poder mexer as pernas, não me resta mais nada a não ser gozar de novo.
Gozo com tanta força que quase expulso seu pau com minhas contrações. E a cada espasmo, você dá uma estocada mais forte pra continuar dentro de mim.
Aproveitando minha posição, você me põe de quatro no chão pra continuar metendo, metendo, até gozar. E goza gostoso. E o controle remoto da tv cai no chão e eu acordo.

Nota da autora:
De tanto esforço que eu fiz pra me lembrar de todos os detalhes do sonho, minha cabeça doeu e uma outra parte do meu corpo umedeceu.

postado por: Suzana 8:03 PM


| Segunda-feira, Abril 25, 2005

Cáspita. Postei um texto e ele sumiu!

postado por: Suzana 9:27 PM


| Quinta-feira, Março 24, 2005

Textinho do Guto pra mim

Suzana e o Marinheiro

Suzana toda boa, dona de um corpo escultural, eleita Rainha do Bola Preta como sendo a mulher das mais belas "COXAS" de 2005, ia se jogar no mar no cais do porto do Rio de Janeiro.
- Moça, não faça isso!!! - gritou Guto que por ali passava.
- Vou me jogar, minha vida é uma droga!!!
- Não faça isso!!! Olha, meu navio está de partida para a Europa.
Por que você não vem comigo e pensa melhor?
Se, chegando lá, você ainda quiser se matar, pelo menos terá conhecido a Europa.
Suzana achou a proposta razoável e seguiu com ele para o barco onde se alojou dentro de um bote
salva-vidas, onde viajaria clandestinamente.
Durante duas semanas, Guto a visitava sempre a noite para não levantar suspeitas...trazia comida, água e transava com ela e como transavam... Até que um dia o
capitão fez uma inspeção no barco e descobriu Suzana dentro de um dos botes salva vidas.... Sem saida, Suzana confessou:
- Olha, eu estou aqui, seguindo para a Europa, porque o marinheiro Guto me trouxe a bordo.
Todas as noites ele me traz comida e agua, e como agradecimento eu dou para ele. E assim vai ser assim até chegarmos à Europa... à propósito o Sr. sabe me informar se ainda falta muito para chegarmos?
- Acho que sim, moça. Esse barco só faz a travessia Rio-Niterói....

postado por: Suzana 10:33 AM


| Quarta-feira, Março 09, 2005

Do you Orkut?
Entre no meu! ops!

postado por: Suzana 9:29 AM


| Sábado, Março 05, 2005

Já ia me esquecendo de contar:
Ontem eu beijei muuuuuuuiiitooooo....
Sabe aqueles beijos que só de lembrar aceleram a respiração? Pois é....

postado por: Suzana 12:09 PM


| "Que tipo de Pênis você gosta?
pele clara ou escura, grossos ou finos, longos ou curtos, cabeçudos ou com a cabeça fina, cabeça rosada ou clara, com veia grande ou com poucas veias?"
Vejam bem, meus queridos, a que ponto chegamos...
O cara vem aqui, se autodenomina curioso, e além de curioso é tímido (ou seria covarde?), pois não deixa nenhum email ou link pra se comunicar. Me faz perguntas de caráter íntimo sem ao menos se dar o trabalho de ler os textos antigos do blog. Se tivesse lido saberia a resposta... francamente...
Mas me fez pensar em algumas coisas.
Fui buscar algumas lembranças no fundo do baú.
Acho que prefiro os de pele clara, pois na hora que estão felizes, se tornam cor-de-rosa, um rosa bem forte, quase pink, meio salmão, e eu adoro rosa. Me lembra um namorado louro que tive, que tinha um pênis liiiiiindo de morrer, assim, rosinha. E é claro que existe toda uma polêmica em torno dos pênis longos e grossos, e tem os partidários de que tamanho não é documento.
Mas eu sou do primeiro time. Se vc acha que tamanho não é documento, fique com seu microchip, porque eu prefiro a tradicional carteira de identidade dupla! Tamanho não só é documento como é um belo cartão de apresentação! Ora se é!
E essa coisa de cabeça.... isso é coisa que botam na sua cabeça! Cabeças grandes chamam a atenção, tanto em cima quanto embaixo. Mas tem que haver uma estética harmoniosa. Aquela "chapeleta" parecendo um cogumelo, é meio estranho. Me lembra um filme que vi às escondidas, menina ainda, estrelada pela finada Cicciolina. Ela ficava perdida numa ilha deserta, que não era deserta, pois ela foi comida por vários nativos, com uns pênis horrorosos, de cabeça grande, chapeu com abas! Fiquei meio traumatizada, pensei que todos os pintos eram assim. Para minha alegria, mais tarde pude constatar que havia coisas bem mais bonitas de se olhar fora daquela ilha!
E o mais importante: É legal ter um pênis bonito, de tamanho e calibre razoável. Mas se o dono não souber usar, não adianta muita coisa, né? É que nem brinquedo em vitrine de loja. É muito lindo, parece divertido, mas não podemos pegar e aproveitar...
Não é, meninos?

postado por: Suzana 11:42 AM


| Quarta-feira, Março 02, 2005

Parece que botei a machaiada pra pensar com esse texto, que aliás é um remake do blig...
Que bom.
E aproveito pra postar sobre a candidatura do Lobo a meu amante:
Querido, você já ia receber um não por não atender ao quesito 1. Mas depois dessa arrogância e desse ar de "já ganhei", vai receber esse:
NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃOOOOOOOOOO!
Tá? hahahahahahah
Beijo da Su

postado por: Suzana 11:06 AM


| Segunda-feira, Fevereiro 14, 2005

Texto de 29/01/2003

AMANTE é "aquilo que nos apaixona". É o que toma conta do nosso pensamento antes de pegarmos no sono e é também aquilo que, às vezes, nos impede de dormir. O nosso AMANTE é aquilo que nos mantém distraídos em relação ao que acontece à nossa volta. É o que nos mostra o sentido e a motivação da vida. Às vezes encontramos o nosso amante em nosso parceiro, outras, em alguém que não é nosso parceiro mas que nos desperta as maiores paixões e sensações indescritíveis.

postado por: Suzana 8:31 AM


| Quinta-feira, Janeiro 27, 2005

Pensando para o Pensando:

A pressa é inimiga da perfeição
A presa é inimiga da refeição

postado por: Suzana 6:12 PM


| Quinta-feira, Janeiro 06, 2005

Contrariando o que ouvi de um certo amigo, que me disse que eu não sou uma pessoa que se possa levar a sério, eu digo:
Tudo que eu escrevo é sério. Até quando estou brincando.
Dito isso, declaro aqui minha resolução para o ano novo. Sim, porque todas as pessoas se fazem promessas, traçam metas e estratégias para cada novo ano que se inicia. Eu nunca fiz isso, acho que por preguiça mesmo, ou por falta de tempo.
Mas este ano, decidi que quero um novo amante. E a partir de agora vou ocupar meu precioso tempo traçando o perfil da pessoa que desejo. Vai que uma hora eu encontro?
Vejamos...
1.Tem que ser bonito
2.Pode ter de 20 a 45 anos (por exigência de um certo amigo. A idade limite era 40).
3.Malhado, por favor
4.Tem que gostar de beijar. E beijar bem.
5.Tem que rir do que eu falo (isso não é difícil)
6.Tem que suportar meu humor ácido (isso é difícil)
7.Tem que ter bom humor (detesto gente mal-humorada)
8.Tem que gostar de sexo oral (de fazer em mim, ô mané!)
9.Apreciar uma boa mesa e um bom vinho (isso é fácil)
10.Pelo amor de Deus, mau hálito não.
11.Tem que ser cheiroso, no geral.
12. Ter um pouco de dinheiro, pelo menos. Não vou sustentar ninguém.
13.Tem que beijar a dobra das minhas pernas.

Lembrando que alguns itens são imprescindíveis e outros nem tanto.. por exemplo:
Você pode não satisfazer o item 1. Mas se satisfizer o item 3 muito bem, já ajuda.
Se você não satisfizer os itens 1, 2 e 3, só entre na fila se tiver muuuuuuuito dinheiro e mais de 70 anos (não acredito que escrevi isso)
Você pode substituir o item 4 pelo 8 ou 13. Os três em conjunto, então, eu vou à loucura!
Se você não satisfizer os itens 10 e 11, tchau.
Os itens 5 e 7 podem vir em separado.
Itens 7 e 9 são uma ótima combinação (isso foi uma dica!)
Se você atender simultaneamente aos itens 1,3,4,7,8 e 10, venha correndo!
O item 13 é dispensável, desde que você atenda a pelo menos 3 outros... à sua escolha.

Cartas para o meu email, com fotos
suzanamandrade@yahoo.com.br

postado por: Suzana 3:34 PM


| Quinta-feira, Dezembro 30, 2004

É impressão minha, ou com o passar do tempo a implicância com os gays tem diminuído?
Quase não sou mais obrigada a ouvir piadinhas do tipo "sintomas de boiolice"
O fato de uma pessoa ser gay não a deixa mais na condição de diferente perante outras pessoas.
Será?
Ou será que as pessoas com quem convivo é que são mais tranquilas quanto às suas opções sexuais, não fazendo disso uma maneira de rotular ninguém?
Espero que não seja só impressão minha

postado por: Suzana 7:02 PM


| O habitante de Atlântida

Então é isso
É para o mar que você vai
Quando desaparece
Abandonando sua forma humana
Retomando sua forma etérea
Suas roupas estão na areia
E eu ainda posso ver seu rastro
em direção à agua, agora que
o sol nasceu
Quando você volta, meu príncipe submerso?

postado por: Suzana 6:45 PM


| Quarta-feira, Dezembro 29, 2004

Segunda carta para Claudia

Ok, ok. Sei que todo mundo vai me zoar, dizer que mudei de time, virei casaca, assumi meu lado homem, enfim...
Nada a ver, ta? Simplesmente eu preciso responder perguntas, acho importante, e gosto que se importem comigo.
E pra quem ainda tem dúvida, o meu lado masculino continua viadérrimo.

O problema, Claudia, é que tô com vontade de responder tuas perguntas, tirar tuas dúvidas, e mais que isso, enriquecer de detalhes essa história.
É que tem acontecido tantas coisas, nem sei como será minha vida daqui pra frente.
Mas não me acho no direito de colocar aqui fatos da vida de outra pessoa que não eu mesma. Então não posso te falar tudo o que quero. Vou deixar uma carta escrita pra você, com tudo que eu quero te dizer mas não posso. Daí, se você puder me dar seu endereço de e-mail, te escrevo.

postado por: Suzana 8:49 PM


| Sábado, Dezembro 18, 2004

Carta para Claudia

Não, queridos. Calma. Não virei sapatão.
Estou na praia, mas hoje, excepcionalmente, sábado de manhã, o dia amanheceu nublado e chuvoso. Ruim para os farofeiros. Bom pra mim, que quero sossego. Aproveitei pra vir a um cyber visitar as pessoas queridas que não estão aqui comigo.
Me deparei com um comment muito sincero e portanto, digno de admiração, vindo de uma leitora. Tive que parar para preparar esse texto, já que os 5,00 a hora no cyber não me deixavam organizar as idéias com calma. Voltei para trazer essa carta para Claudia Bittencourt, leitora assídua porém secreta, nem eu sabia de sua existência até esse momento em que ela se manifestou. Olha o que estamos perdendo quando pessoas como essa ficam em silêncio. Claudia pensa, como ela mesma disse, e por causa disso, tem dúvidas, perguntas intrigantes, as quais eu nem sempre sei responder. Às vezes tento esclarecer coisas, veladamente, aqui no blog, mas não quero fazer parecer uma prestação de contas. Apenas pincelo explicações. Acontece que cabeças curiosas como as de Claudia, querem mais. Eu também quereria.
Claudia me pergunta como consigo conciliar as mulheres que vivem em mim. Também não sei explicar. Mas consigo. E acho que toda mulher que se permite, consegue.
Sim, Claudia, sempre vejo o amante. Passo por momentos de enlouquecedora paixão, até momentos em que simplesmente ele não significa nada pra mim. Nos momentos de paixão, escrevo coisas como essas aí debaixo. Nos momentos lúcidos, escrevo sobre qualquer outra coisa.
Sim, ele é amigo. Mais meu amigo do que do casal propriamente dito, mas ambos (marido e amante) se conhecem. E assim como os amigos de meu marido são meus amigos, pra ele vale da mesma forma.
Porque pouco falo do meu marido? Oras! Se eu começar a falar do meu marido aqui, ele pode num dia infeliz cair nesse blog, ler os escritos e concluir que se trata dele mesmo! Posso falar de detalhes de minha vida com o amante, porque este sabe da existência do blog. Mas não posso fazer o mesmo a respeito do marido. Não posso dizer aqui que ele é a coisa mais querida e mais amada desse mundo, a quem devoto um amor que poucos entenderiam, principalmente se falo do amante no mesmo espaço. Não posso falar de nossas intimidades, por motivos óbvios, ele descobriria tudo. A não ser que eu criasse outro blog só pra falar do marido. Sem contar que aqueles personagens de novela, que, creia, existem na vida real, podem querer me desmascarar, me denunciar para meu marido, só pra ter o prazer de ver vidas destruídas. Sim, existem pessoas assim.
Ah, e não, o marido não é ruim de cama. Pelo contrário. Ele apenas não é o objeto principal desse blog. Sim, eu o amo. E recebo dele o amor que várias pessoas acreditam não existir. Mas existe, e eu sou privilegiada por saber disso.
Mas independente dessa felicidade plena, tenho meus momentos de introspecção, de solidão, de contato comigo mesma, com uma Suzana que não se revela facilmente, que espanta a si mesma com sua própria existência, com sua capacidade de abrigar tantos sentimentos perpassando sua alma, muitas das vezes sentimentos contraditórios.
E desejo compartilhar isso, Claudia. Com você, mulher pensante, com outras mulheres, com homens, esses homens adoráveis que frequentam essa casa. Preciso disso pra não enlouquecer. Pra não enlouquecer de amor, pra ter a esperança de que mulheres me leiam e se identifiquem comigo, com minhas loucuras e contradições, que sintam a vida da mesma forma que eu, que sejam apaixonadas por tudo nessa vida, até pelo sofrimento inevitável que ela nos traz.
Você disse que me acompanha já há algum tempo, desde antes das mudanças no blog. Pena você não ter se manifestado antes, pra me deixar feliz antes. Porque pessoas como você me deixam feliz. Feliz porque você me lê (e gosta das bobagens que escrevo), feliz porque me compreende, ou pelo menos eu desperto em você vontade de questionar. Sinal de que você se identifica com algo aqui. Obrigada. Por tudo.
Esta é uma carta de amor. Amor pela vida, amor pela capacidade de usar palavras pra me expressar, e por me fazer entender através delas. E termino aqui a primeira e única carta de amor que escrevi por causa de uma mulher.
Com amor,
Suzana

postado por: Suzana 9:58 AM


| Sexta-feira, Dezembro 10, 2004

Quando eu gozo
É por você que minha alma clama
Por você que meu corpo treme
É o seu corpo que desejo em mim
Despejando seu sêmen em minhas entranhas
É com você que eu sonho
E por você pulsa minha essência

postado por: Suzana 3:00 PM


| Quinta-feira, Dezembro 09, 2004

Afinal, o que as mulheres querem?
Recebo vários e-mails e comentários também, apesar de ter perdido os comentários, de meninas que vêm aqui, gostam do que leram e deixam recados carinhosos, de admiração, elogios, enfim, umas gracinhas de meninas.
Sempre que posso, retribuo as visitas também. E qual não é minha surpresa ao constatar, pelo menos pelo que elas escrevem em seus blogs, que são boas meninas? Que se tratam entre amigas por "miguxa", olha que coisa meiga! Que querem um homem só pra elas, que prezam a fidelidade, que odeiam mulheres que fazem sexo sem amor, mulheres infiéis, devassas....
E daí eu fico me perguntando porque é que gostaram tanto de mim, já que eu não descarto nenhuma dessas possibilidades e nem discrimino quem adota práticas pouco ortodoxas? Será que sou o alter-ego dessas meninas?
Será que eu sou o que elas gostariam de ser, mas abominam por uma questão de princípios?
Serei eu meu próprio alter-ego?
Poft! Crise existencial!!!

postado por: Suzana 6:08 PM



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